| 1 x de R$153,00 sem juros | Total R$153,00 | |
| 2 x de R$76,50 sem juros | Total R$153,00 | |
| 3 x de R$51,00 sem juros | Total R$153,00 | |
| 4 x de R$42,60 | Total R$170,38 | |
| 5 x de R$34,98 | Total R$174,89 | |
| 6 x de R$29,15 | Total R$174,91 | |
| 7 x de R$25,51 | Total R$178,58 | |
| 8 x de R$22,33 | Total R$178,60 | |
| 9 x de R$20,35 | Total R$183,13 | |
| 10 x de R$18,46 | Total R$184,59 | |
| 11 x de R$16,78 | Total R$184,61 | |
| 12 x de R$15,57 | Total R$186,83 |
0000109 – Barbera d’Asti Maridà - Cantine Povero
País: Italia
Região: Piemonte
Produtor: Cantine Povero
Uva(s): Barbera
Safra: 2023
Pontuação: VV 4,1
Teor Alcoólico: 13,5 % Vol
Descrição:
Apesar de ser antiga e nativa da região de Monferrato, somente nas últimas décadas ela encontrou uma posição de destaque. Até meados do século passado, seu vinho nem sequer fazia a malolática. Devido à acidez pulsante que apresentava, era misturado com frações advindas do sul da Itália para ganhar corpo, tornando-se muito fácil de beber. Era um vinho para o dia-a-dia que, no entanto, carecia de personalidade.
Com a fundação do Conzorcio de Barbera D'Asti e Vini del Monferrato, a variedade viu seus rumos mudarem, principalmente em 1980, ano de criação da DOC Barbera D'Asti. Este foi um marco, quando produtores começaram a testar alternativas para a sua valorização.
Um dos pioneiros desta nova onda foi um lendário enólogo chamado Giacomo Bologna, referenciado como Pai da Barbera moderna. Ele foi um dos primeiros a estudar e tratar a casta como uma verdadeira uva fina: limitou rendimentos, encontrou as melhores porções, orientou os vinhedos da maneira correta, colheu no ponto certo e vinificou com muito primor.
Impressionados com os resultados por ele obtidos, muitos viticultores e enólogos tentaram replicar sua receita de sucesso, mas muitos pecaram pelo excesso de carvalho novo. A afinidade da Barbera com madeira não ocorre de maneira tão simples, e somente nas últimas décadas isso foi melhor compreendido.
Cor rubi, vívido e brilhante.
Olfativamente, aromas de frutas vermelhas, com destaque para ginja, além de frutas secas, como a ameixa e figo, na sequência abrem-se notas de couro, fumo, além de folhas e flores secas.
Na boca, demonstra bastante precisão, com taninos sutis, mas granulares, e uma acidez suculenta, repete suas notas olfativas em camadas e com intensidade, chamando a atenção pela persistência incrivelmente longa.
Harmonização: talharim ao sugo, bife à parmegiana, risoto de porcini, cortes clássicos e antepastos em geral.
